quinta-feira, 11 de outubro de 2012
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Evento acontece dias 09 e 10 de novembro no Centro Cultural de Rebouças
O Movimento Aprendizes da Sabedoria (MASA) realizará nos dias 09 e
10 de novembro de 2012, nas dependências do Centro Cultural do município
de Rebouças o 2º Encontro das Benzedeiras do Centro-Sul do Paraná
Para
tanto, o MASA convida a participar deste importante momento:
benzedeiras, benzedores, curadeiras, curadores, costureiras e
costureiros de rendidura ou machucadura, rezadeiras, rezadores,
remedieiras, remedieiros, massagistas tradicionais, parteiras e
aprendizes de benzedura da região Centro-Sul do Paraná, além de
autoridades, órgãos de pesquisa, entidades parceiras e movimentos
sociais.
O objetivo do 2º Encontro é viabilizar um
espaço para articulação e troca de experiências entre as Benzedeiras da
região Centro-Sul do Paraná com intuito de fortalecer a luta do MASA
pelo reconhecimento de direitos das Benzedeiras, por meio de diálogo com
o poder público e elaboração de estratégias para superação dos
conflitos étnicos, culturais, ambientais e sociais enfrentados pelas
Benzedeiras.
O “Encontrão das Benzedeiras” será
sobretudo um espaço de diálogo, primeiramente entre as Benzedeiras e num
segundo momento entre Benzedeiras e poder público a fim de criar
estratégias para o reconhecimento da identidade coletiva e cultural das
Benzedeiras, bem como, seus serviços de saúde prestados gratuitamente à
população.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Reunião da Rede acontece em Piraquara
Neste dia 04 de outubro aconteceu a 2ª reunião da Rede de Educação Popular do Paraná na região de Curitiba no município de Piraquara.
Estiveram presentes alem de representantes de grupos de Agroecologia, Associação CORAJEM, GUAYI e RECID, também de Clube de Trocas, Padaria Comunitária, Artesanato e a visita ilustre do Pe. Rudimar de Porto Alegre da Entidade AVESOL (Associação do Voluntariado de Solidariedade) que ajudou na assessoria da reunião.
A proposta da reunião foi principalmente ampliar a Rede para outros municipios para alem da região de Irati e Guarapuava. Estiveram presentes pessoas dos municípios de: São José dos Pinhais, Piraquara, Mandirituba e Curitiba.
A reunião aconteceu o dia todo. Pela manhã iniciamos com uma bela mística que nos fez refletir sobre a humildade em seguida foi a discussão de como ampliar a Rede. Após um delicioso almoço (feijão tropeiro) iniciamos a tarde com a reunião das euipes (Articulação; Comunicação; Formação e Sustentabilidade), em seguida a construção da organização e programação do Encontro da Rede de Educação Popular do Paraná que acontece nos dia 9 e 1o de novembro na UNICENTRO (Univeridade Centro-oeste do Paraná) em irati. Para finalizar encerramos com um Clube de Trocas entre os/as participantes da Rede e um lanche maravilhoso.
Estiveram presentes alem de representantes de grupos de Agroecologia, Associação CORAJEM, GUAYI e RECID, também de Clube de Trocas, Padaria Comunitária, Artesanato e a visita ilustre do Pe. Rudimar de Porto Alegre da Entidade AVESOL (Associação do Voluntariado de Solidariedade) que ajudou na assessoria da reunião.
A proposta da reunião foi principalmente ampliar a Rede para outros municipios para alem da região de Irati e Guarapuava. Estiveram presentes pessoas dos municípios de: São José dos Pinhais, Piraquara, Mandirituba e Curitiba.
A reunião aconteceu o dia todo. Pela manhã iniciamos com uma bela mística que nos fez refletir sobre a humildade em seguida foi a discussão de como ampliar a Rede. Após um delicioso almoço (feijão tropeiro) iniciamos a tarde com a reunião das euipes (Articulação; Comunicação; Formação e Sustentabilidade), em seguida a construção da organização e programação do Encontro da Rede de Educação Popular do Paraná que acontece nos dia 9 e 1o de novembro na UNICENTRO (Univeridade Centro-oeste do Paraná) em irati. Para finalizar encerramos com um Clube de Trocas entre os/as participantes da Rede e um lanche maravilhoso.segunda-feira, 1 de outubro de 2012
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Reportagem Najua: A realidade dos Índios Kaingang em Irati
Grupo de professores de língua portuguesa e
história formados pela Unicentro procurou a reportagem da Najuá para
criar um vínculo entre os índios e a comunidade iratiense
Sassá Oliveira
Os índios que vemos em Irati são Kaingangs da reserva indígena Ivaí, que fica no município de Manoel Ribas. Na reserva eles trabalham na agricultura e plantam feijão, soja, mandioca e batata para seu sustento. No entanto, as dificuldades de sobrevivência através da agricultura fizeram com que os índios passassem por uma transformação cultural e procurassem as cidades para vender seus artigos de artesanato. Eles ficam por curtos espaços de tempo, fabricam e vendem artesanato e depois retornam à reserva.
Até bem pouco tempo os kaingangs habitavam um terreno baldio ao lado da antiga rodoviária, localizada na rua Dona Noca e viviam em barracas de lona em condições muito precárias.
Quando a rodoviária mudou de endereço, a paralisação das obras do Centro Cultural (paralisadas desde 2010) propiciou aos índios a oportunidade de se instalarem em local que, apesar de sem condições básicas como água e luz, é melhor que as antigas barracas.
"Existe
preconceito, mas os índios são gente como nós e por uma questão
ancestral são os verdadeiros donos do Brasil", comentam os professores
Um grupo de professores de língua portuguesa e história, formados pela Unicentro, que realizam um projeto do curso de Especialização em Educação e diversidade, procurou nossa reportagem com o objetivo de criar um vínculo entre os índios e a comunidade.
Segundo Marciano Eduardo, pós-graduado em educação e diversidade, a presença dos kaingangs em Irati tem gerado diversos conflitos. “O local onde os índios estão alocados hoje não é o ideal, não tem luz não tem água, não tem banheiro, mas no momento é o lugar que mais se enquadra com eles”, comenta.
O grupo de professores traçou algumas metas visando facilitar a vida dos kaingangs em Irati e integrá-los no contexto social. Uma delas é mediar conversas entre os índios e o poder público para possibilitar a construção de um espaço para abrigá-los durante o tempo em que estão na cidade.
Clique aqui e leia mais....
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
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